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O Dia da Conciência Negra
por Prof. Feitosa
Já ouvimos, há algum tempo, na tentativa de justificar o injustificável, uma entidade proferir a pérola de que a escravidão era cabível porque o negro não tinha alma. Já ficamos perplexos com "peles vermelhas" queimados vivos por pessoas aculturadas; estamos retornando à época de Giordano Bruno? Já presenciamos optates sexuais serem alijados de um convívio para a manutenção da vaidade de outrem. Já nos indignamos com idosos desreispeitados por quem, em breve, também será. O dia 21 de novembro, além da consciência negra, deve ser momento de reflexão; é algo para dentro de si.
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